Explosão após show de Ariana Grande deixa 19 mortos em Manchester

Um estouro descrito como uma explosão foi ouvido nesta segunda-feira (22) perto da Manchester Arena, no Reino Unido, e há 19 mortos e cerca de 50 feridos, de acordo com a polícia local, que trata o caso como um “incidente terrorista até que apareça evidência em contrário”.

O estrondo foi ouvido por volta das 22h35 (18h35, no horário de Brasília) ao final do show da cantora americana Ariana Grande, que tem um público majoritariamente formado por crianças e adolescentes. Segundo a Manchester Arena, o incidente ocorreu do lado de fora, em um espaço público.

Fontes de inteligência dos Estados Unidos disseram à rede CNN que investigadores identificaram um homem no local como um provável suicida.

Um representante da gravadora de Ariana disse à revista “Variety” que ela está “ok”. Segundo relatos e vídeos publicados em redes sociais, houve correria na saída do show. A Manchester Arena é um ginásio usado para shows e eventos esportivos com capacidade para 21 mil pessoas. A conta oficial do local afirma que o incidente ocorreu do lado de fora, numa área pública.

Não está claro o que causou o estrondo. Algumas testemunhas disseram a veículos da imprensa local que ouviram dois estouros. Os serviços de emergência estão no local. O serviço britânico de trens bloqueou as linhas que saem da estação Victoria, que fica em frente à arena.

A primeira-ministra britânica Theresa May disse que o governo trabalha para esclarecer o caso. “Estamos trabalhando para estabelecer todos os detalhes do que está sendo tratado pela polícia como um atroz ataque terrorista. Todos os nossos pensamentos estão com as vítimas e as famílias daqueles que foram afetados”, disse May. A premiê deve presidir uma reunião de emergência na manhã desta terça-feira.

A polícia fez uma explosão controlada no jardim da Catedral, também próxima à arena. A rede BBC tinha informado que havia um objeto suspeito, mas a polícia afirmou que eram apenas roupas abandonadas.

Paramédicos ouvidos por um repórter da BBC no local disseram que as vítimas estão sendo tratadas como feridos por “estilhaços”.

G1

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